seu.





Ela nunca precisou entoar aquilo que sentia quando estava com ele. Não era necessário definir, nem atribuir significados. Os sentidos eram supérfluos, e as certezas desnecessárias. E ela só precisava daquilo. De sentir o toque dos seus gélidos dedos acariciaram-lhe a pele, ou o repouso do seu breve olhar no seu rosto. Nada mais importava. Ela era sua, de alma, corpo e sentimento, e ele era seu, nem que por pequenas frações de tempo e mesmo que ele próprio o desconhecesse. Ele era seu

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