Ela nunca precisou entoar aquilo que sentia quando estava
com ele. Não era necessário definir, nem atribuir significados. Os sentidos
eram supérfluos, e as certezas desnecessárias. E ela só precisava daquilo. De
sentir o toque dos seus gélidos dedos acariciaram-lhe a pele, ou o repouso do
seu breve olhar no seu rosto. Nada mais importava. Ela era sua, de alma, corpo
e sentimento, e ele era seu, nem que por pequenas frações de tempo e mesmo que
ele próprio o desconhecesse. Ele era seu.

obrigada por seguires (:
ResponderEliminarde nada, gostei muito do blog :)
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