- Não sentes a minha falta?
- Oh meu pequeno borrão de sentimento, nem tu sabes como. Falta-me o ar no peito e o fogo no coração. Sinto as mãos débeis e rebeldes de ansiedade, prestes a perder a magia do contacto. Se soubesses o quanto me custa este fumo de palavras que me foge dos lábios ávidos de ti, pegarias na minha mão, e a pousarias subtilmente junto ao teu peito. Para que assim pudéssemos sentirmo-nos mutuamente em cada batida.
- Desta vez, a culpa foi tua!
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