A mão dela cabia na minha!




- Ela era minha - disse Chris, apenas.
O dr. Feinstein franziu o cenho - O que isso quer dizer?
- Ela era tudo o que eu não era. E eu era tudo o que ela não era. Ela conseguia desenhar qualquer coisa, eu não consigo fazer uma linha recta. Ela nunca praticou desporto, eu nunca deixei de praticar. - Chris levantou a mão aberta e dobrou os dedos. - A mão dela cabia na minha - disse. 

(Chris Harte - O Pacto)

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